Descanso do pessoal.
PS- A dona Anabela vai sair do Alfa e abrir negócio próprio. O que é óptimo para ela e péssimo para nós. Prometi à Ju que escrevia isso aqui. Afinal, é a única novidade que conseguimos apurar numa tarde de conversa. E eu ainda mando aqui, logo, escrevo o que quero. (Sim, tenho o meu quê de autoritária!).
LOL
Monday, July 30, 2007
Sunday, July 29, 2007
Equilíbrio
"Dá-me um bocadinho mais de ti que eu não consigo sobreviver com tão pouco. Dei-te-me inteira e a parte que consegui recuperar não chega. Preciso de ti para me manter em equilíbrio."
Descobri hoje que tenho mais dificuldade em escrever na primeira pessoa. Por isso as aspas.
PS- É "dei-te-me" ou "dei-me-te"? O verbo é do Bartolomeu.
Descobri hoje que tenho mais dificuldade em escrever na primeira pessoa. Por isso as aspas.
PS- É "dei-te-me" ou "dei-me-te"? O verbo é do Bartolomeu.
Saturday, July 28, 2007
Até para o ano

"Ó rama, ó que linda rama
Ó rama de Aveiro
O meu P é o mais lindo
Que anda aqui na Academia
Que anda aqui na Academia
Aqui e em qualquer lugar
O P7 é o melhor de todos
E a todos as línguas vamos levar."
AVEIRO É NOSSO.
PS- Não há uma maneira bonita de dizer adeus, principalmente a coisas boas. E vocês sabem, eu não gosto disto aqui.
Thursday, July 19, 2007
Asas (inhas)
Lá ao fundo, bem lá ao fundo. Uma pintinha próxima da linha do horizonte que os seus pequenos olhos alcançavam.
“- Achas que é muito longe?”
“- Tens pressa?”
Caminharam. Lado a lado, mão com mão. O fio que existia entre os seus olhos só se quebrava, de tempos a tempos, para vislumbrarem o pequeno ponto e perceberem se iam na direcção certa. E daí, talvez nem se quebrasse. Talvez esse fio invisível estivesse sempre presente, unindo muito mais do que o olhar. Com a respiração sincronizada, o resto do Mundo ficava muito longe e o paraíso dos sonhos abraçava-os e enlaçava-os e entrelaçava-os. Eles eram esse lugar encantado. Passo a passo, a pintinha lá ao fundo ganhou forma.
“- Uma placa?”
Sim, uma placa. Uma placa daquelas que indicam o início ou o fim de uma localidade. Uma simples placa de beira de estrada, com a única particularidade de não ter nada escrito.
“- E agora, como sabemos que sítio é este?”
Ele agarrou na caneta preta e escreveu. Ela sorriu.
“- Achas que é muito longe?”
“- Tens pressa?”
Caminharam. Lado a lado, mão com mão. O fio que existia entre os seus olhos só se quebrava, de tempos a tempos, para vislumbrarem o pequeno ponto e perceberem se iam na direcção certa. E daí, talvez nem se quebrasse. Talvez esse fio invisível estivesse sempre presente, unindo muito mais do que o olhar. Com a respiração sincronizada, o resto do Mundo ficava muito longe e o paraíso dos sonhos abraçava-os e enlaçava-os e entrelaçava-os. Eles eram esse lugar encantado. Passo a passo, a pintinha lá ao fundo ganhou forma.
“- Uma placa?”
Sim, uma placa. Uma placa daquelas que indicam o início ou o fim de uma localidade. Uma simples placa de beira de estrada, com a única particularidade de não ter nada escrito.
“- E agora, como sabemos que sítio é este?”
Ele agarrou na caneta preta e escreveu. Ela sorriu.
Monday, July 16, 2007
Wednesday, July 11, 2007
A trinca da folha de papel
No outro dia fui mordida por uma folha branca. Não foi agradável: não é de todo algo que queira voltar a experienciar. Eu tentava escrever e ela atacava-me. Até que acabei mesmo por ficar ferida. Apliquei dois ou três poemas e a dor passou. Ainda assim, demorei um certo tempo a livrar-me do trauma.
Nota: Fala-se muito em hábitos de leitura: os de escrita são igualmente importantes.
Nota: Fala-se muito em hábitos de leitura: os de escrita são igualmente importantes.
Tuesday, July 10, 2007
Psicanálise

Psicanálise. Mutilações contrariadas, pensos arrancados à força, gestos rudes. Recordações de um passado que chego a ter dificuldade em perceber a quem pertence (pertenceu?). Fusão de histórias, de medos, de sarcasmos e berros contidos. Pesadelos, porrada, incidentes intentados. Turbilhões de ondas de mal-estar descordenado. Colos negados.
E se depois de tanta coisa não chegarmos sequer perto daquilo que queríamos ser?
(Desconfio que sei a resposta).
(Desconfio que sei a resposta).
PS- Anyway, férias são férias. Lembram-se do post dos “Apetites”? Estou a trabalhar para o cumprir ao máximo =)
Wednesday, July 04, 2007
Rodas, rodopios, círculos

Jogos de roda. Mãos dadas, saltitos que intervalam a elevação alternada de joelhos.
“Um, dó, li, tá, (…) quem está livre, livre está!”
Saio. Perdi, a minha vez acabou-se. Sento-me de pernas cruzadas e vou vendo os outros jogar, enquanto bato palmas e cantarolo a meia voz, quase em falsete.
“Venham! Vamos recomeçar”. Estendo as mãos e sorrio, e volto a dar azo aos pulmões.
A vida tem graça: às vezes é cíclica.
“Um, dó, li, tá, (…) quem está livre, livre está!”
Saio. Perdi, a minha vez acabou-se. Sento-me de pernas cruzadas e vou vendo os outros jogar, enquanto bato palmas e cantarolo a meia voz, quase em falsete.
“Venham! Vamos recomeçar”. Estendo as mãos e sorrio, e volto a dar azo aos pulmões.
A vida tem graça: às vezes é cíclica.
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